Poesia

Canto IV

floresSe é a saudade

que assina o meu viver

não posso reclamar.

Saudade!

Oh, doce saudade de tempos bons!

Porque os ruins, só quero esquecer.

Mesmo assim,

na madrugada longa

a saudade, calada

consome cada segundo de sono

Deixa marcas de sal

afadiga  sorrisos do amanhã

Ainda assim,

Saudade!

Oh, doce saudade!

daquilo que não quero esquecer.

Carmem Sueli – 24/07/2015